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A névoa dissipou-se. A euforia despediu-se com um leve toque... resta a paz. O calor que acompanhava seu sorriso foi embora. Uma rajada, um vendaval, arrancou o pedaço que guardava seu brilho. Estilhaços de vidro cortam e rasgam quando vejo o longe tão perto do agora.
- Um dia... - é o que sobra de tudo aquilo que um dia construí.
O abraço se faz tão constante quanto o silêncio. Aquele que enobrece a alma, arrepia.
Sente... sente a brisa no teu rosto. É a minha saudade que beija-te em uma mistura de desejo e ausência.
Não importa. O amor não muda... só cresce.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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